quinta-feira, 4 de outubro de 2007

O Voar do pássaro

Por Kleber Godoy

“Segundo Fontoura (1970, Pag 02) toda criança tem a necessidade de ser ativa como o pássaro tem a necessidade de voar. Dizer para a criança "não seja ativa!" é o mesmo que dizer para o pássaro "não voe!", assim sendo, o papel da psicologia escolar é propiciar ao máximo o desenvolvimento da personalidade, criatividade e da percepção da criança, em um ambiente capaz de despertar todos estes fatores.”

O trabalho abaixo consta do nome dos autores. Achei um trabalho muito interessante, apesar de não conhecer muito ou até mesmo não me identificar tanto com a psicologia escolar, por enquanto. Mas sou um curioso e acho interessante o processo de aprendizagem e o papel do professor no desenvolvimento infantil. Mesmo porque a psicologia da aprendizagem está diretamente conectada com a psicologia do desenvolvimento. Bem, parece um texto mais “profissional”, mas espero que também possa ser agradável e útil a mães e... enfim... todos os leitores. Afinal, este tipo de texto deve se referir mesmo à realidade.

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SE VOCÊ BRINCA, EU TAMBÉM BRINCO!
Fonte: http://www.faesi.com.br/ - autorizado pelas autoras do trabalho

RESUMO: Este artigo aborda o “brincar” como instrumento de ensino e aprendizagem, visando um desenvolvimento global abrangendo aspectos, físicos, cognitivos e afetivos. No brincar esta presente o uso da abstração e da construção, que leva a criança a conceber um mundo seu, repleto de simbolismos e significados, se engana quem pensa que as crianças estão apenas se divertindo neste momento. O brincar e o brinquedo propriamente dito correspondem na verdade umas das necessidades da vida social. A criança brinca do modo que a convém livre de regras e princípios, e assim ela revive situações, exprime sentimentos e aflições assim como seus desejos. O brincar proporciona motivação, prazer e felicidade, conseqüentemente a criança aprende e desenvolve suas habilidades. Por ser o brinquedo um instrumento com funções definidas ou não, o brincar (ação com o brinquedo) destaca-se por construir uma relação direta no desenvolvimento da criança. Assim, diante da complexidade e da importância do brinquedo, foi feito um levantamento frente às possibilidades que a brincadeira desencadeia para a construção e reconstrução de conhecimentos, contribuindo diretamente com a práxis do professor no processo de ensino e aprendizagem.

PALAVRAS-CHAVE – brincar; professor; criança; educação infantil; aprendizagem.

Considerações iniciais: O brincar, na Educação Infantil, possui um papel fundamental na conquista da autonomia e aprendizagem da criança. É por meio das brincadeiras que ela cria um mundo imaginário repleto de significados, podendo expressar suas angústias e desejos, compreendendo um pouco mais sobre o meio em que está inserida. De acordo com PAGANI (2003, p. 12), “toda criança brinca porque gosta. Para as que ainda não falam, brincar é uma forma de expressar o que estão sentindo, suas experiências e vivências interiores. Brincar, para a criança é tão vital quanto comer e dormir”. Além de estar fazendo algo que gosta, entrando em um mundo imaginário e de faz de conta, a criança vai explorando o mundo e suas vivências, compreendendo e dominando seus significados. Em outras palavras, está desenvolvendo sua oralidade, percepção espacial, afetividade e socialização. Considerando as possibilidades educativas que envolvem o brincar, podemos direcionar objetivos em relação a aspectos psicológicos, a interação, socialização, preconceitos, lideranças e personalidades. O desafio de pesquisar as diferentes formas de utilizar o brinquedo como instrumento de ensino visando uma aprendizagem lúdica na Educação Infantil teve como sujeitos envolvidos a turma do maternal, de idades que variam de dois a três anos, do Centro de Educação Infantil Carolina Barela. Abordaremos neste artigo a importância de utilizarmos o brinquedo em sala de aula, pois, assim, as crianças aprenderão, brincando. Atividades dinâmicas de motivação, a utilização de jogos pedagógicos, bem como os momentos de socialização e afetividade oportunizarão a aprendizagem por meio de um mundo imaginário, mundo do “faz de conta”. A pesquisa que realizamos foi bibliográfica e de estudo de caso. Utilizamos os métodos observacionais e dialético para abranger o registro das situações vivenciadas na sala de aula que observamos. Partimos do princípio de que a pesquisa estava situada no âmbito de um estudo qualitativo, sob uma perspectiva explicativa. Os registros das observações foram feitos no diário de campo, bem como as entrevistas com a professora regente da turma. Acreditamos que a pesquisa resultou na vivência de uma prática embasada na teoria, e principalmente na possibilidade de proporcionar as crianças atividades motivadoras, saudáveis, abrangendo os aspectos afetivos e cognitivos, facilitando o contato entre professor e aluno.

Brincar, cuidar e educar: Sabemos que a criança que brinca desenvolve sua oralidade, sua capacidade de associar, sua percepção espacial, a afetividade, a socialização, enfim, sua visão e compreensão de mundo. Isso é maravilhoso! Acreditamos que se permitirmos às crianças que brinquem e se expressem através de jogos e brincadeiras, estaremos nos permitindo novas práticas e formas de avaliação, principalmente de estivermos mais próximos e íntimos dos desejos de nossos alunos. É possível a todo ser humano construir o seu saber, brincando. Já fomos crianças e é muito bom lembrar da infância, das brincadeiras e das descobertas feitas através das mesmas. A brincadeira é o caminho para que a criança possa viver sua infância de forma plena e intensa. De acordo com GARCIA & MARQUES (1990, p. 11) “a infância é a idade das brincadeiras. Por meio delas, as crianças satisfazem grande parte de seus desejos e interesses particulares. O aprendizado da brincadeira pela criança, propicia a liberação de energias, a expansão da criatividade, fortalece a sociabilidade e estimula a liberdade do desempenho”. Permitir que às crianças a brincadeira é garantir seu pleno e sadio desenvolvimento em todos os aspectos: cognitivos e afetivos. É a maneira mais completa de motivar, de manter a concentração e de aprender sempre mais com as descobertas. Em toda instituição de Educação Infantil existe a responsabilidade de cuidar/educar as crianças pequenas, representando um desafio para as mesmas. Por ser um ambiente diferente do que ela está habituada a conviver, a escola precisa ser um local agradável, que propicie prazer e segurança para que possa interagir e criar confiança e autonomia. Não há como desvincular o ato de cuidar do de educar, pois ambos estão intimamente relacionados e andam lado a lado. Com a criança pequena, este educar não pode ser feito de qualquer jeito. O educar precisa fazer parte do seu mundo, ou seja, um mundo cheio de fantasias e imaginação. Portanto, a educação, neste contexto, nada mais é do que brincar de descobrir relações estruturando a realidade, socializando-se e trocando experiências. O papel das instituições infantis está bem à frente do paradigma de apenas cuidar. Hoje, o papel da educação infantil é visto como a base da formação do indivíduo, desenvolvendo as habilidades que ele carregará pela vida inteira. Dito de outra forma, desenvolver as habilidades de se expressar de diferentes maneiras, de resolver problemas, de assumir diferentes papéis, de usar a criatividade e a imaginação em situações de conflitos, de ser crítico e construtor de seu conhecimento. Segundo GARCIA & MARQUES (1990, p. 11) “a infância é a idade das brincadeiras. Por meio delas, as crianças satisfazem grande parte de seus desejos e interesses particulares. O aprendizado da brincadeira, pela criança, propicia a liberação de energias, a expansão da criatividade, fortalece a sociabilidade e estimula a liberdade do desempenho”. Levando em consideração o que foi citado pelos autores, podemos refletir sobre a maneira como “o brincar” é indispensável no desenvolvimento cognitivo e afetivo da criança. O ato de educar se dá a medida em que são estabelecidas as relações entre a realidade vivida e o que está sendo representado (o faz de conta). Em todo o processo descrito acima, o educar serve como mediador indicando e esclarecendo dúvidas e expectativas. Segundo CAMPOS (1994, p. 11) “a educação de crianças pequenas inclui todas as atividades ligadas à proteção e ao apoio necessários ao cotidiano de qualquer criança, como também a aquisição de diversos tipos de habilidades, entre as quais estão aquelas necessárias ao desenvolvimento cognitivo e social”. Precisamos quebrar os tabus sobre as instituições de educação Infantil, reconhecendo a importância de três aspectos básicos: cuidar, educar e brincar! É direito de toda criança ter acesso a uma educação que lhe proporcione segurança, bem estar e que amplie seu conhecimento de mundo, garantindo-lhe uma formação global e uma infância mais feliz.

O brincar e o desenvolvimento da aprendizagem: As crianças costumam dedicar grande parte de seu tempo às brincadeiras. É brincando que se constituem enquanto indivíduos conquistam suas primeiras relações com o mundo exterior e entram em contato com os objetos, permitindo-lhes várias possibilidades de expressão e criação. Para VYGOTSKY (1989, p. 35) “o brincar é o caminho pelo qual a criança compreende o mundo em que vive e que será chamada a mudar. A essência do brincar é a criação de uma nova relação entre o campo do significado e o campo da percepção”. Através da brincadeira a criança desenvolve uma série de habilidades. Ela passa a compreender o mundo que a rodeia, dando-o significados e interpretando-o de maneira particular. A criança que brinca estará desenvolvendo sua linguagem oral, sua interpretação e associação, assim como as habilidades auditivas e sociais. Ela começa a adquirir motivação, habilidades e atitudes para sua sociabilidade e autonomia. Para KISHIMOTO (1996, p. 44) “as brincadeiras permitem que a criança desenvolva capacidades importantes, tais como a atenção, a imitação, a memória, a imaginação, além de favorecer a socialização, por meio da interação, da utilização e da experimentação de regras e papéis sociais”. O brincar cria oportunidades para que as crianças possam experimentar o mundo e internalizar uma compreensão particular sobre as pessoas, os sentimentos, os acontecimentos e sobre si mesma. É o canal de expressão da linguagem verbal, das experiências vividas e da interpretação da realidade. Através da brincadeira a criança explora os objetos a sua volta, tem noções de tamanho, de cor, de textura, de quantidade, de espaço, de esquema corporal, bem como simboliza seus desejos e aptidões revelando angústias e superando bloqueios. Em síntese, o ato de brincar desenvolve habilidades de forma natural e agradável, proporciona a aquisição de novos conhecimentos, é estimulante e desenvolve as partes motoras, sociais, emocionais e cognitivas das crianças. O ato de brincar inclui jogos, brincadeiras e o "brinquedo" propriamente dito. Por isso, vamos brincar e deixar as crianças brincarem, pois brincando elas estão aprendendo e são mais felizes!

O papel do professor e o brincar: O professor, no seu papel de mediador, deve proporcionar situações em que as crianças possam desenvolver suas habilidades. Para isso, ele precisa saber o quer atingir, qual é seu objetivo perante a turma de alunos com que vai trabalhar. Muitas vezes, encontramos professores que vêem o brincar de forma equivocada, encaram este somente como recreação, sem um planejamento que integre essa atividade com as demais. Segundo SABINI & LUCENA (2004, p. 7) “uma abordagem teórica considera a criança como um organismo que cresce quase como uma planta, com a implicação de que contém, em si, a semente do adulto. Nesse caso, a tarefa dos pais e dos professores consiste apenas em fornecer o meio adequado para que essa semente possa florescer”. Apesar da riqueza de oportunidades de aprendizagem que as brincadeiras propiciam, o professor não pode pensar que a construção do conhecimento que a criança apresentará será a mesma desejada por ele. E, é nesse momento, que ele deve assumir a função de orientador, intervindo e conduzindo o pensamento e a aprendizagem de seus alunos. O papel do professor é proporcionar instrumentos e um espaço adequado (lúdico) onde a construção do conhecimento seja possível. Só será possível ao professor abrir espaço para o brincar e aprender de seus alunos, quando ele conseguir fazer consigo mesmo o que faz com seus alunos, ou seja, quando conseguir entrar no mundo fantástico do lúdico e brincar, juntamente com seus alunos, construindo o saber. O professor pode utilizar o momento da brincadeira para investigar seus alunos, prestando atenção às maneiras como as crianças organizam suas brincadeiras, escolhem os papéis que vão representar, dos gestos e palavras que vão desenvolver, quais os materiais que vão utilizar para montar a casa, o supermercado, entre outros, etc. Assim, poderá interagir com a criança representando um personagem mediando informações para que as crianças possam refletir e construir seu conhecimento. É importante a observação do adulto diante das situações vividas pela criança. Ele precisa estar disposto a conversar, intermediar e levantar problemas para que as crianças exercitem suas habilidades de criar hipóteses, refletir e construir conhecimentos. É preciso que o educador esteja atento às falas, gestos, escolhas, atitudes e produções das crianças. O professor, por sua vez, estará servindo de intermediário e colaborador, tornando seu trabalho mais completo e tendo uma visão mais ampla sobre cada um de seus alunos. Assim, poderá preparar situações pedagógicas diversas de acordo com as necessidades da turma, além de colaborar com uma infância de descobertas, alegria e superação.

Materiais e métodos: Para alcançar os objetivos propostos na pesquisa utilizamos o método observacional, pois é dinâmico e interpreta a realidade, sendo um dos métodos mais utilizados nas Ciências Sociais. Outro método científico utilizado foi o dialético, já que trata-se de um método de investigação da realidade pelo estudo de sua ação recíproca, ou seja, busca retratar a realidade de forma completa e profunda. A pesquisa foi embasada no materialismo histórico-dialético, sendo que os dados coletados jamais podem estar fora da realidade, pois é preciso levar em consideração o contexto social, político e econômico que os sujeitos pesquisados vivem. A pesquisa foi de caráter explicativo, pois visou explicar a razão dos fatos observados, de forma detalhada, objetiva e clara para atingirmos melhores resultados. Segundo ANDRADE (1999, p. 107), “esse é um tipo de pesquisa mais complexo, pois, além de registrar, analisar e interpretar os fenômenos estudados procura identificar seus fatores determinantes, ou seja, suas causas”. O problema de pesquisa foi abordado de forma qualitativa, pois considerou que há uma relação dinâmica entre o mundo real e os sujeitos da pesquisa. Esses estudos favorecem uma pesquisa mais ampla e completa, em que aparecem as tarefas da formulação clara do problema e das hipóteses como tentativas de solução. Os procedimentos técnicos utilizados foram a pesquisa bibliográfica e o estudo de caso. Segundo LÜDKE & ANDRÉ (1986, p. 17), o estudo de caso é o estudo de um caso, seja ele simples e específico, (...) ou complexo e abstrato. (...) O caso é sempre bem delimitado, devendo ter seus contornos claramente definidos no desenrolar do estudo. O caso pode ser similar a outros, mas é ao mesmo tempo distinto, pois tem um interesse próprio, singular. Segundo Goode e Hatt (1968), o caso se destaca por se constituir numa unidade dentro de um sistema mais amplo. O interesse, portanto, incide naquilo que ele tem de único, de particular, mesmo que posteriormente venham a ficar evidentes certas semelhanças com outros casos ou situações. Quando queremos estudar algo singular, que tenha um valor em si mesmo, devemos escolher o estudo de caso. Utilizaremos os seguintes instrumentos para coletar os dados da pesquisa: observação (assistemática, participante, individual e na vida real, pois os fatos foram observados em ambiente natural). O diário de campo foi utilizado para anotar as observações realizadas, bem como os dados obtidos a partir da entrevista feita com a professora regente da turma. Estas anotações serviram de base para as análises e interpretações dos resultados da pesquisa.

Vivenciando a prática pedagógica na Educação Infantil: Nossa pesquisa de cunho prático foi realizada com a turma do maternal no dia 31 de março de 2005, no Centro de Educação Carolina Barela, no Município de São Miguel do Iguaçu. Para a elaboração da aula, pedimos a sugestão da professora regente da turma do Maternal, que nos sugeriu que trabalhássemos os sentidos das crianças, dando ênfase ao olfato. Iniciamos nossa aula, com o filme do Chapeuzinho Vermelho, para que as crianças observassem os olhos bem grandes, a boca, o nariz do lobo etc. Em seguida foram distribuídos bonecos, onde as crianças tinham que apontar onde ficava o nariz, o olho, a orelha, a boca da boneca, e tocassem em si mesmos. Cantamos também a música dos sentidos e fizemos a dinâmica dos cheiros; onde passamos perfume nas crianças, depois passamos pó de café, casca de laranja, entre outros, perto do nariz para que sentissem os aromas e por ultimo oferecemos mel e suco de limão para que provassem e sentisse o sabor e a diferença entre o doce e o azedo. As crianças tiveram dificuldades para se concentrar no filme, porém nas outras atividades mostraram-se muito animadas e participativas principalmente na atividade com os brinquedos e ao cantarem a música. Concluímos então que as brincadeiras e tudo que é voltado para o lúdico, trazem mais motivação para a criança aprender, e surte muito efeito no que diz respeito à aprendizagem, foi então que resolvemos abordar o tema “brincar” como instrumento de ensino aprendizagem, pois conhecemos e vivenciamos na prática as maravilhas que a ludicidade oferece na Educação Infantil.

Considerações finais: Diante de todas as possibilidades que a brincadeira e o lúdico trazem para o processo de aprendizagem das crianças, acreditamos que essa é a forma mais saudável e motivadora para garantirmos um desenvolvimento global da criança, abrangendo os aspectos afetivos e cognitivos. Brincar é proporcionar ao educador o estabelecimento de um contato mais próximo com seus alunos, garantindo o sucesso em suas atividades pedagógicas, formando crianças mais felizes e compreensivas, capazes de refletir, criticar e transformar o mundo. Ficamos convencidas que o brinquedo é ótimo e eficaz como instrumento de aprendizagem trazendo inúmeras possibilidades e direcionamentos. Atingimos nossos objetivos e reconhecemos o quanto o brincar é importante e necessário para um desenvolvimento global, abrangendo aspectos físicos, cognitivos e afetivos da criança. É um modo de motivar, socializar, refletir e construir conhecimento. As atividades práticas, a música, as brincadeiras de roda, os jogos pedagógicos, são ferramentas eficazes no que diz respeito ao desenvolvimento da aprendizagem.

TCC – UNIGUAÇU – Paraná
Cíntia Maria Basso dos Santos
Greice Aparecida de Rosso
Janete Tonello Marques
Paula Cristina Chimim
Rosnete Maria Hübler Costa

REFERÊNCIAS

ANTUNES, Celso. O jogo e a educação infantil: falar e dizer, olhar e ver, escutar e
ouvir
. Rio de Janeiro: Vozes, 2003.

CRAIDY, Carmem Maria. O educador de todos os dias: convivendo com crianças de
0 a 6 anos
. 3. ed. Porto Alegre: Mediação, 2001.

MALUF, Ângela Cristina Munhoz. Brincar: prazer e aprendizado. 3. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.

REDIN, Euclides. O espaço e o tempo da criança: se der tempo a gente brinca.4. ed. Porto Alegre: Mediação, 2003.

SABINI, Maria Aparecida Cória; LUCENA, Regina Ferreira. Jogos e brincadeiras na Educação Infantil. Rio de Janeiro: Papirus, 2004.

OBRAS CONSULTADAS

RODRIGUES, José Vicente Corrêa. Normas para apresentação de trabalhos acadêmicos da Uniguaçu. 2. ed. rev. e ampl. São Miguel do Iguaçu: Ed. UNIGUAÇU, 2004.

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